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Governo central tem superávit de R$ 24,7 bilhões em abril

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, nesta quarta-feira (13), a estimativa preliminar do resultado primário das contas do governo central em abril de 2026. Os dados indicam um superávit primário de R$ 24,7 bilhões no mês, segundo informações da execução orçamentária registradas no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi).

O acumulado do ano até o mês de abril apresentou superávit primário de R$ 8,6 bilhões, a preços constantes de abril de 2026. O saldo é inferior ao registrado no mesmo período de 2025, quando o superávit havia sido de R$ 78,1 bilhões.

Em abril, a receita líquida alcançou de R$ 234,1 bilhões, o que representa um crescimento de 5,2% em relação a abril de 2025. Já a despesa total somou R$ 209,4 bilhões, registrando crescimento real de 2,9% na mesma base de comparação.


Em relação ao comportamento da arrecadação, as receitas administradas pela Receita Federal do Brasil (RFB) apresentaram aumento real de R$ 13,4 bilhões (7,8%), enquanto a arrecadação líquida destinada ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS) cresceu R$ 3,9 bilhões (6,9%). Por outro lado, as receitas não administradas pela RFB registraram queda real de R$ 2,3 bilhões (-6,4%). Consideradas as transferências legais e constitucionais, a receita líquida apresentou variação de R$ 11,6 bilhões (5,2%). A receita líquida de transferências acumulada do ano apresentou crescimento de R$ 37,1 (4,5%), com destaque para as receitas administradas pela RFB, que avançaram 5,3%, equivalente a R$ 36,3 bilhões.

Quanto às despesas, o aumento observado em abril foi de R$ 5,9 bilhões (2,9%), em relação ao mesmo mês de 2025. Esse aumento é explicado pela ampliação dos dispêndios com benefícios previdenciários e com pessoal e encargos sociais. (14,31%), na mesma comparação com abril de 2025. R$ 5,9 bilhões (2,9%), em relação ao mesmo mês de 2025.

A trajetória das despesas em 2025 e 2026 incorpora o efeito relevante da antecipação dos pagamentos de precatórios e a elevação das despesas discricionárias executadas pelo Poder Executivo em março de 2026. Em relação aos precatórios, observa-se que, em 2025, as principais liquidações ocorreram em julho, ao passo que, em 2026, concentraram-se em março.

Fonte: ipea.gov

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