• Home|
  • NR 1 Riscos Psicossociais | Profissionais Envolvidos

NR 1 Riscos Psicossociais | Profissionais Envolvidos

Além do engenheiro de segurança do trabalho, diversos outros profissionais devem estar envolvidos na gestão de riscos psicossociais, formando uma equipe multidisciplinar para uma abordagem abrangente e eficaz. A composição ideal da equipe pode variar dependendo do tamanho e da complexidade da empresa, mas geralmente inclui:

Profissionais da área de Saúde e Segurança do Trabalho (SST):

  • Médico do Trabalho: Essencial para identificar e diagnosticar problemas de saúde mental relacionados ao trabalho, realizar exames ocupacionais e orientar sobre medidas preventivas.
  • Enfermeiro do Trabalho: Atua na promoção da saúde, no acompanhamento dos trabalhadores e na implementação de programas de bem-estar.
  • Técnico de Segurança do Trabalho: Auxilia na identificação e avaliação dos riscos, implementa medidas de controle e participa da elaboração do PGR.

Profissionais da área de Recursos Humanos (RH) e Gestão de Pessoas:

  • Psicólogo Organizacional/do Trabalho: Especialista em saúde mental no ambiente de trabalho, crucial para a identificação, avaliação e intervenção nos riscos psicossociais, além de desenvolver programas de promoção da saúde mental e bem-estar.
  • Assistente Social: Pode atuar no suporte aos trabalhadores em questões sociais que impactam sua saúde mental e bem-estar.
  • Analistas de RH: Envolvidos na gestão de pessoas, podem identificar padrões de absenteísmo, rotatividade e outros indicadores relacionados a problemas psicossociais.

Outros profissionais e áreas:

  • Ergonomista: Avalia as condições de trabalho sob a perspectiva da ergonomia, incluindo aspectos da organização do trabalho que podem gerar riscos psicossociais.
  • Líderes e Gestores: Desempenham um papel fundamental na identificação de problemas, na promoção de um ambiente de trabalho saudável e na implementação de medidas de controle. Devem ser capacitados para reconhecer sinais de sofrimento psíquico em suas equipes e para adotar práticas de gestão que minimizem os riscos psicossociais.
  • Representantes dos Trabalhadores (CIPA): A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) deve ser envolvida no processo de identificação e acompanhamento dos riscos psicossociais, representando os interesses dos trabalhadores.
  • Consultores Externos (se necessário): Em casos mais complexos ou quando a empresa não possui expertise interna suficiente, pode ser necessário contratar consultores especializados em riscos psicossociais.

A importância da equipe multidisciplinar:

A colaboração entre esses diferentes profissionais é essencial para:

  • Identificar os riscos psicossociais de forma abrangente: Cada profissional traz uma perspectiva única para a identificação dos fatores de risco.
  • Avaliar os riscos com diferentes metodologias: A equipe pode utilizar questionários, entrevistas, observação, análise de dados e outras ferramentas para uma avaliação mais completa.
  • Desenvolver e implementar medidas de controle eficazes: As soluções podem envolver mudanças na organização do trabalho, programas de apoio à saúde mental, treinamentos, melhorias na comunicação, entre outras.
  • Monitorar e revisar as ações: A equipe deve acompanhar a eficácia das medidas implementadas e ajustar o PGR conforme necessário.

Em suma, a gestão de riscos psicossociais é uma responsabilidade compartilhada que requer a expertise de diversos profissionais para garantir um ambiente de trabalho saudável e seguro para todos os trabalhadores.


TBrWeb

Últimas Publicações

  • Nova Regra do Simples | O que Precisa Fazer em Setembro/2026?

    A sobrevivência de uma pequena ou média empresa depende diretamente de antecipar mudanças fiscais antes que elas pesem no caixa. Dúvidas sobre alíquotas, emissão de documentos e enquadramento jurídico deixaram de ser apenas questões burocráticas para se tornarem decisões estratégicas de margem de lucro.

    Abaixo estão as respost.. (continue lendo)

  • Reforma Tributária | Cronograma Atualizado Agosto/26

    A implementação do novo sistema tributário brasileiro (IVA Dual — composto pelo Imposto sobre Bens e Serviços - IBS e pela Contribuição Social sobre Bens e Serviços - CBS, além do Imposto Seletivo - IS) entra em fases decisivas de transição e homologação de sistemas.

    Pa.. (continue lendo)

  • Mudança das Regras para Trabalho em Feriados em 2026. Mudou para o Domingo Também?

    A regulamentação sobre o trabalho em dias de feriado no setor do comércio passou por uma importante e definitiva redefinição com a publicação da Portaria MTE nº 1.316/2026, que alterou a redação do artigo 62 e do Anexo IV da Portaria MTP nº 671/2021.

    A nova diretriz traz impactos diretos e imediatos par.. (continue lendo)

  • O que preciso fazer no meu sistema de NF para adequar a reforma tributária em 2026?

    A chegada do IVA Dual (IBS e CBS) não é apenas uma mudança de alíquotas ou um ajuste contábil que fica restrito ao setor fiscal. Ela representa uma transformação profunda que conecta três pilares essenciais de qualquer negócio: Processos Internos, Sistemas de Gestão (ERP) e Conformidade Tributária.

    continue lendo)

  • Como a Receita Federal Descobre o Dinheiro da Empresa

    Como o cruzamento de dados afeta a sua  empresa e como evitar erros cruciais

    A era da fiscalização amostral ou baseada em auditorias físicas pontuais ficou definitivamente no passado. Atualmente, a Secretaria da Receita Federal do Brasil e as Secretarias de Fazenda Estaduais (SEFAZ) operam por meio de ecossistemas digitais de alta inteligência, capazes de real.. (continue lendo)

  • Desenquadramento do Simples Nacional e Regularização de Passivos em 2026

    Manter a regularidade fiscal no Brasil é um dos maiores desafios para micro e pequenos empresários. Com o mercado em constante transformação e o avanço da digitalização no cruzamento de dados pela Receita Federal, acumular pequenos débitos tributários deixou de ser apenas um problema contábil para se tornar um risco real de sobrevivência do negócio.

    continue lendo)

  • Guia Prático da Formação de Preço

    Definir o preço de um produto ou serviço vai muito além de olhar para o concorrente e chutar um valor ligeiramente menor. Cobrar errado é um dos motivos que mais levam empresas à falência.

    A boa notícia? Não é um bicho de sete cabeças. Vamos entender como essa lógica funciona na prática, com fórmulas si.. (continue lendo)

Últimas Notícias

Desenvolvido por: TBrWeb

Estou ciente de que os dados fornecidos são exclusivamente para elaboração de proposta de serviços contábeis. Após a finalização, as informações serão mantidas de forma segura em nossa base de dados, atendendo as normas conforme Lei nº. 13.709 – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).